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Revista ATLASPSICO n.06

Editorial:

Quando elaboramos uma pesquisa científica sobre temas difíceis de serem abordados, verbalizados, exige certa cautela por parte do pesquisador para não constranger o entrevistado e nem mesmo ser invasivo. A primeira coisa é pensar de qual forma iremos elaborar a nossa ferramenta de trabalho: o questionário.

Será que iremos fazer um questionário e entrevistar pessoas nas ruas, nas universidades, nas salas de aula? Ou será que elaboramos uma ferramenta, um questionário online, visando o anonimato? Qual será a nossa metodologia de trabalho em pesquisas quantitativas? Quais serão as perguntas? Perguntas fechadas ou abertas?

Para os pesquisadores psicólogos, sexólogos, antropólogos, entre outros, é fundamental muita cautela na elaboração de um
questionário, nas perguntas a serem realizadas e principalmente um trabalho de observação minuciosa, pois qualquer erro na elaboração da ferramenta corre o risco de perder todo um trabalho de meses ou até mesmo alguns anos.

Pensando nisso, nessa edição, Marcel de Almeida Freitas (antropólogo, Mestre em Psicologia Social e Doutorando em Educação), aborda as questões metodológicas das pesquisas quantitativas no que se refere a coleta de dados sobre temas tabus.

Boa leitura!
MárcioRoberto Regis
CRP 08/10156
Editor-Chefe da Revista ATLASPSICO

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